Como o iPhone 17 levou a receita da Apple a US$ 143,8 bilhões — vendas do iPhone batem recorde mundial

Como o iPhone 17 levou a receita da Apple a US$ 143,8 bilhões — vendas do iPhone batem recorde mundial

Trimestre fiscal fechado em 27 de dezembro traz o melhor desempenho desde 2021; serviços e iPad também se destacam, enquanto Mac e wearables têm queda

A Apple divulgou resultados do primeiro trimestre fiscal na quinta-feira, informando receita total de US$ 143,8 bilhões — alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior e o ritmo de crescimento mais rápido da empresa desde 2021. O destaque ficou com o iPhone, cujo faturamento subiu 23%, atingindo o melhor trimestre da história da marca.

iPhone 17 e demanda na China puxam recorde

A empresa atribuiu o salto nas vendas do iPhone à forte procura pela linha iPhone 17, lançada em setembro, com os modelos 17 e 17 Pro apontados como principais motores. A recuperação foi particularmente nítida na China: segundo a Apple, a companhia registrou um recorde de atualizações por parte de usuários locais e crescimento de dois dígitos na compra por consumidores que migraram de outras marcas.

Serviços e base instalada ampliam receita

Além do iPhone, a divisão de Serviços alcançou seu maior nível de receita, com crescimento de 14% em relação ao ano anterior. A empresa também anunciou que sua base instalada de dispositivos ativos ultrapassou 2,5 bilhões, número que a Apple usa para evidenciar fidelidade e penetração de mercado.

Outros segmentos: iPad sobe, Mac e wearables recuam

O iPad teve desempenho positivo: a receita da divisão cresceu 6% ano a ano, para US$ 8,6 bilhões, e metade dos compradores relatou estar adquirindo um iPad pela primeira vez. Em contrapartida, a categoria de wearables e acessórios — que inclui Apple Watch e AirPods — caiu cerca de 3%, e as vendas de Macs recuaram 7% apesar do lançamento do novo MacBook Pro com chip M4 em novembro.

O que isso significa para a Apple

Os resultados mostram que a linha iPhone continua sendo o principal motor de receita da Apple e que lançamentos bem recebidos podem reverter tendências regionais adversas. Ao mesmo tempo, a performance desigual entre divisões indica que a empresa segue dependente do sucesso dos iPhones para sustentar seu crescimento global.

Imagem de capa: foto licenciada via Depositphotos.

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